A mulher e suas produções


Hoje, no terceiro post da série, veremos como algumas mulheres ajudaram na produção cultural e científica do mundo. Apesar da cultura ser construída diariamente, elas se destacaram, com seus poemas, músicas, quadros e teorias. Vamos lá.

Marie Curie

A física polonesa Maria Skodowska Curie (1867-1934) é uma famosa personagem da história da ciência. Foi a primeira mulher a ganhar um prêmio Nobel, conseguindo se destacar como pesquisadora em uma época em que as universidades eram um domínio masculino. Mas qual, afinal, foi sua contribuição importante à ciência? Podemos dizer que, com a colaboração de seu marido Pierre Curie, ela “inventou” a radioatividade e descobriu novos elementos radioativos – o tório, o polônio e o rádio. Foi apenas a partir do seu trabalho que surgiu um enorme interesse pelos fenômenos radioativos e que essa área começou a se desenvolver de fato.
Fonte: http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/Biografias/Curie/Curie3.htm

Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral nasceu em Capivari SP em 1886. Estudou com Pedro Alexandrino, a partir de 191 7, e depois com George Fischer Elphons, em São Paulo. Em Paris freqüentou a Académie Julien, sob a orientação de Émile Renard. Entrou em contato com Fernand Léger, cujo estilo a marcou sobremodo, André Lhote e Albert Gleisse, e estruturou sua personalidade artística a partir das influências cubistas. Em 1922 participou em Paris do Salão dos Artistas Franceses. Tarsila esteve ainda representada na mostra Arte Moderna no Brasil (1957), na XXXII Bienal de Veneza (1964) e na mostra Arte da América Latina desde a Independência (1966). Em 1960 o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou retrospectiva de sua obra. Entre suas demais telas destacam-se “A negra”, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, e “São Paulo”, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Tarsila morreu em São Paulo SP em 17 de janeiro de 1973.
Fonte: http://www.historiadaarte.com.br/tarsila.html

Patrícia Galvão

Patrícia Rehder Galvão defendia a participação ativa da mulher na sociedade e na política – e foi a primeira brasileira do século 20 a ser presa política. O apelido Pagu foi dado pelo poeta Raul Bopp, quando Patrícia lhe mostrou alguns poemas. Bopp sugeriu que ela adotasse um nome literário feito com primeiras sílabas de seu nome e sobrenome: Pagu. Foi um engano de Bopp, pensando que a moça se chamasse Patrícia Goulart. Em 1930, Pagu, que estava grávida de seu primeiro filho, Rudá de Andrade, casou-se com Oswald de Andrade. Pagu viajou para Buenos Aires, na Argentina, para participar de um festival de poesia. Conheceu Luís Carlos Prestes, e voltou entusiasmada com os ideais marxistas. Na volta, filiou-se ao Partido Comunista (PCB), junto com Oswald. Foi o início de um período de intensa militância política. Em seus artigos, Pagu criticava as “feministas de elite”, e os valores das mulheres paulistas das classes dominantes.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u655.jhtm

Muitas outras mulheres merecem ser citadas, entretanto, nosso tempo é curto. As mulheres continuam contribuindo diariamente com a formação de um mundo novo, caracterizado por atitudes e pensamentos, singular de cada pessoa. Elas vem se destacando e revolucionando o mundo.Vale lembrar que em cada link encontra-se uma biografia mais detalhada dessas mulheres.

Hoje, por fim, deixamos uma mulher que fez a diferença, mas é pouco conhecida aqui no Brasil.

Veronica Guerin

Veronica (Artane, 5 de julho de 1958 — Dublin, 26 de junho de 1996) foi uma jornalista irlandesa.
Começou tardiamente na profissão, depois dos 30 anos, e gostava do jornalismo investigativo. Exemplo de determinação e coragem, sua vontade incessante por justiça fez com que pagasse com a vida a investigação a fundo sobre a máfia e o tráfico de drogas em Dublin, capital da Irlanda, durante a década de 1990. Denunciou também a ligação que alguns dos mais importantes gângsteres tinham com o IRA. Sofreu um atentado e chegou a ser espancada por um dos maiores mafiosos da cidade.
Depois do seu assassinato, a população da Irlanda se revoltou e foi às ruas fazer protestos, e os barões do tráfico tiveram seus bens confiscados e foram presos. Um ano depois do acontecido, os crimes caíram em mais de 50% na Irlanda.
Veronica Guerin é considerada uma heroína na Irlanda.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Veronica_Guerin

Um filme foi produzido em homenagem à Veronica, assista ao trailer(em inglês) e, se possível, alugue/compre pois vale a pena ver inteiro. Até o próximo post.

Não há verdade sem riscos, nem mudança sem coragem.


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Publicado em 10/03/2011, em Especial e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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