Série de notícias mundiais


Síria endurece repressão e detém centenas de ativistas

DAMASCO – Forças de segurança da Síria detiveram centenas de ativistas e manifestantes em buscas casa a casa em todo o país nesta segunda-feira, 9. O presidente Bashar al-Assad enviou tropas do Exército para conter o levante que já dura sete semanas e representa o maior desafio aos 40 anos de governo de sua família.

Assad parece determinado a esmagar o levante pela força e intimidação, apesar das crescentes acusações internacionais e do número de vítimas, que já chegou a 630 desde o início dos protestos, segundo grupos de defesa dos direitos humanos. 

A área, onde foram realizadas grandes manifestações nas últimas semanas, estava sem eletricidade, comunicação e água, afirmaram ativistas em condição de anonimato. Dentre os detidos está Firas Khaddam, sobrinho do ex-vice-presidente Abdul-Halim Khaddam, que vive no exílio desde que deixou a Síria, em 2005, e pediu a queda do regime.

Assad, que herdou o poder de seu pai em 2000, responsabiliza “capangas armados” e estrangeiros pelos protestos no país. O governo tem respondido com operações militares de larga escala, dentre elas um cerco de onze dias a Deraa, que matou cerca de 500 moradores. A Síria também proibiu a mídia estrangeira de trabalhar no país e restringiu o acesso de jornalistas a várias partes do território, o que torna difícil confirmar os fatos de forma independente.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,siria-endurece-repressao-e-detem-centenas-de-ativistas,716937,0.htm

 

Obama exige investigação sobre vínculos de Paquistão com Bin Laden

Evitando acusar diretamente o governo do Paquistão de ter conhecimento da presença de Osama bin Laden em seu território durante quase sete anos, o presidente dos EUA, Barack Obama, afirmou ser preciso investigar o possível envolvimento de alguma autoridade da administração paquistanesa com o líder da Al-Qaeda. 

“Bin Laden teve alguma forma de apoio no Paquistão, mas não sabemos se era alguém de dentro do governo ou alguma pessoa de fora e isso é algo que precisamos investigar. Mais importante, o governo do Paquistão necessita investigar”, disse Obama, em entrevista à TV CBS.

O governo paquistanês comprometeu-se a investigar se membros da administração sabiam que Bin Laden, morto há uma semana em uma operação militar dos EUA em Abbottabad, no Paquistão, estava no país. Será a primeira vez que o governo paquistanês se manifestará publicamente sobre o episódio, que provocou uma crise interna no país.

No Afeganistão, o comandante das Forças dos EUA no país, David Petraeus, disse que a morte de Bin Laden deve reduzir a influência da Al-Qaeda no Taleban e pode facilitar o rompimento das relações entre os dois grupos. Segundo Washington, Bin Laden ainda estava no comando da rede terrorista. Mas tanto o governo do Paquistão quanto analistas americanos consideram um exagero afirmar que o saudita ainda centralizasse o poder.

Disponível em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110509/not_imp716654,0.php

Mais informações sobre o pronunciamento paquistanes:http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,paquistao-investigara-presenca-de-bin-laden-no-pais-diz-premie,717008,0.htm

 

UE vai eliminar privilégios comerciais ao Brasil a partir de 2014

BASILEIA – A União Europeia anunciará amanhã o fim de privilégios comerciais ao Brasil a partir de 2014, com o argumento de que o País já não é uma economia pobre e não haveria justificativa para manter os benefícios. O plano marcará o fim de 40 anos de um sistema que permitia ao Brasil exportar para o mercado europeu em melhores condições. Mas acima de tudo escancara uma nova etapa da inserção do País na economia mundial.

A Europa será apenas a primeira a adotar o fim dos privilégios ao Brasil. O governo japonês já indicou que também suspenderá benefícios e, nos Estados Unidos, o Congresso já revê as preferência que concede às exportações brasileiras.

Ufanismo. Já o governo estima que americanos, europeus e japoneses apenas estão usando a expansão da economia brasileira como mais uma desculpa para manter suas barreiras e frear as exportações nacionais. Diante da nova realidade, a diplomacia brasileira agora é obrigada a reverter o discurso e alertar que, na realidade, ainda enfrenta desafios sociais e econômicos importantes.

O tom ufanista foi trocado por um que tem como função explicitar a falta de competitividade do setor industrial nacional. De tanto anunciar que seria a quinta maior economia do mundo em poucos anos, países ricos passaram a usar justamente esse argumento para alegar que não há mais porque tratar o Brasil de forma diferenciada.

Disponível em: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,ue-vai-eliminar-privilegios-comerciais-ao-brasil-a-partir-de-2014,not_66153,0.htm 

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Publicado em 09/05/2011, em Notícias Gerais. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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