Paz: uma conquista impossível? – Grupo 3


                Guerras: consequências e falsas vantagens

            “Se colocares numa parte da balança as vantagens e na outra as desvantagens, perceberás que uma paz injusta é muito melhor do que uma guerra justa.” Este pensamento de Erasmo de Roterdam, humanista holandês, pode não estar claro de imediato para algumas pessoas. Porém, quando é feita uma avaliação a fundo a respeito dos prós e contras e dos reais motivos de muitas guerras ou conflitos ao longo da história mundial, é possível perceber que se as civilizações optassem por relevar suas diferenças ideológicas e aceitar uma “paz injusta” visando o bem maior, o espírito de guerra e violência (sustentado pelas ilusões de justiça ou legítima defesa) tenderia ao fim.

           Os pontos desfavoráveis de uma guerra são diversos, e suas consequências prejudicam milhares de pessoas inocentes atingidas por ela, espalham o terror entre a população mundial e, além disso, deixam de atender a muitas necessidades básicas da população (principalmente da parcela menos beneficiada) para abastecer a indústria bélica.

              Diante dessa situação, o único fator que pode ser considerado como “vantagem” é a renda extremamente favorável que a fabricação e comércio de armas propicia, e uma vez que a indústria apresenta lucros, ela passa a buscar e incentivar novos mercados, ou seja, mais guerras.

                Entretanto, para que haja tamanho lucro são necessários enormes gastos (que alcançaram 1,12 trilhão de dólares apenas no ramo de armamentos em 2005). Segundo dados da Unesco, preparar um soldado para a guerra custa anualmente 64 vezes mais do que educar uma criança. Portanto, se os governos dessem prioridade a investir mais na educação da população a cada simples soldado que deixasse de ser preparado para a guerra, as novas gerações seriam muito melhor informadas e bem sucedidas economicamente, o que acabaria por gerar menos conflitos ao redor do planeta.

               Sendo assim, é certo que a economia mundial pode ser favorecida de outras formas sem envolver principalmente a indústria bélica e, dessa maneira, a balança tenderá a despencar para o lado das desvantagens de uma guerra e a preferência da paz (mesmo que “injusta”) se tornará uma conclusão óbvia.”

(Thaís Raya)

Guerra: o caminho para paz


“Façamos a guerra para poder viver em paz.”. O filósofo grego Aristóteles ao criar essa frase, revela que o mundo sempre sonhou em viver na paz e harmonia. Mas, tal desejo é possível? Bem, não há como negar que a história da humanidade é marcada por muitas guerras.

De acordo com o texto “Guerra: uma história sem trégua”, de Voltaire Schilling, a Terra registra 14.500 conflitos armados e quatro bilhões de mortos. Dados como esses, mostram que na humanidade nunca houve um período de paz. Sempre, promover uma guerra foi a forma mais fácil de gerar a paz, visto que era o melhor caminho conhecido para resolver problemas.

(Gabriel Ribeiro Cardoso)

“Muito dinheiro é investido em armas, treinamentos militares, tanques de guerra e munição. Em outras palavras, há um investimento em mortes e tragédias. Também o dinheiro aplicado no treinamento de apenas um soldado é 64 vezes superior ao valor para educar uma criança. Pode parecer não ter muito sentido; afinal, para que gastar esse dinheiro em coisas ruins se podemos trasnformá-lo em benefícios para todos? Pra que desperdiçar em violência contra inocentes, sendo que há pessoas que precisam de ajuda, possuem direito à cidadania e merecem condições mínimas de sobrevivência? “

(Mariana Vieira)

“Se colocares numa parte da balança as vantagens e na outra as desvantagens, perceberá que uma paz injusta é muito melhor do que uma guerra justa” Essa pequena citação apresenta claramente uma forma idealista de ver o mundo.

Quando o assunto é paz, parece que em muitas pessoas surge um sentimento de esperança de uma “revolução”, ja em outros vem como algo improvável, acham até mesmo que precisa de guarra para haver a paz.

(Giulia Maria)

Armados ou desarmados

Ao estudar a geopolítica mundial atual, observa-se que há aqueles paises intocáveis, os quais ninguém contesta as atitudes. São aqueles que possuem a bomba atômica, forma mais eficaz de vencer uma guerra, já inventada pelo homem.

Assim como no filme “O senhor das armas” que possui a seguinte frase em sua cena de abertura: “Há mais de 550 milhões de armas de fogo no mundo é uma arma para cada doze pessoas no planeta. A única questão é: como armamos as outras onze?”, está frase esta vinculada ao pensamento de Aristóteles e segundo o autor do filme só haverá paz a partir do momento em que as outras onze pessoas forem armadas.

(Paulo Pegas)

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Publicado em 29/05/2011, em Disciplinas, Redação. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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