Paz: uma conquista impossível? – Grupo 5


O poder do animal guerreiro

A indústria da guerra e o comércio de armas crescem a cada instante e consequentemente as chances da paz regular as relações humanas diminuem. Isso acontece pois o dinheiro investido no campo militar mundial é muito maior do que aquele gasto com saúde, educação e necessidades básicas. Como exemplo, é possível citar o custo da preparação de um soldado para a guerra, que é 64 vezes mais do que o valor da educação de uma criança. A justificativa para essa informação está na prevenção ao terror, contudo a história garante que essa é a pior maneira de obter a paz.

Assim, fica evidente que é através da diminuição do poder da indústria da guerra e das armas que o ser humano será capaz de engatinhar ao caminho da paz. Porém, para que essa diminuição aconteça é necessário que o homem renuncie a alguns de seus instintos animais e perceba que existem maneiras civilizadas de resolver problemas, utilizando aquilo mais importante que a natureza os presenteou, a razão.

(Mariany Cotta)

O ideal de todos

“Nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim” citou Benjamim Franklin. Todos os anos milhões de pessoas morrem sem saber ou entender o porque, morrem em uma guerra em que elas não são os soldados e sim as vítimas de um mundo em que essas mesmas pessoas só buscavam a paz.

Há quem diga que “a paz não é um estado primitivo paradisíaco, nem uma forma de convivência regida pelo acordo. A paz é algo que não conhecemos, apenas buscamos e imaginamos. A paz é um ideal” (Herman Hesse)

(Geovanna Armani)

Um mundo sem paz

Há dados que mostram que houve pouquíssimos anos de total paz no mundo, o que mostra o quanto o ser humano é cruel, pois em casa guerra, milhões de pessoas inocentes morrem. As pessoas antes de começar uma guerra deveriam parar e pensar o quão valiosa é a vida de uma pessoa, e principalmente de uma criança, para ser retirada assim.E mesmo assim, os governos, principalmente o dos Estados Unidos, continuam gastando tanto em armas e em outros processos militares, enquanto crianças estão precisando de educação e pessoas estão precisando de um melhor sistema de saúde.

(Victória Lopes)

“Se colocarmos numa parte da balança as vantagens e na outra as desvantagens, percaberás que uma paz injusta é muito melhor do que uma guerra justa”, dizia Erasmo de Roterdam, humanista holandês.
É claro perceber no terceiro milênio, século XXI, que a violência, guerra, discórdia ainda existem. Não que isso seja algo extraordinário, pois existe desde o homem primitivo. O fato é que hoje está muito pior.

(Bruna Santiago)

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Publicado em 29/05/2011, em Redação. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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