Paz: uma conquista impossível? – Grupo 6


 

Paz ou guerra?

“Guerra, uma palavra forte, que representa morte, brigas, coisas ruins e mesmo assim acontece constantemente em todas as partes do mundo. Ocorrem geralmente por medidas econômicas, o homem gosta de bens materiais e para ter tudo o que quer, nada é impossível, então a guerra é só mais um modo de se conseguir tudo o que se quer.”

(Bruna Manhani)

Evolução pela paz mundial

Uma paz certa é melhor e mais segura do que uma vitória esperada. Com a evolução do homem houve a violência e a guerra e com estas o desejo e necessidade ainda maior da paz mundial. Grande parte da humanidade tem esperanças de que o mundo, um dia, seja um lugar tranqüilo e de progresso social, todavia para que este desejo seja realizado a população tem que obter primeiramente capacidade e criar  objetivos para que a paz seja alcançada mais rapidamente e de forma mais saudável possível.  

(Isabelle Berenguer)

É possível sim

 “A violência em períodos de guerras é chocante, dezenas de crianças, mulheres, homens, trabalhadores morrendo ou com ferimentos graves, pessoas carregando e “indo à luta” com esses armamentos pesados e perigosos e o pior de tudo sem treinamento nenhum, além disso, o país precisa exportar capital humano, médicos e profissionais da saúde, para cuidar dessa população ferida fisicamente e psicologicamente também devido à perda de suas casas ou de parentes próximos que morrem em busca da chamada paz.”

(Maynara Palmieri)

Paz: um objeto desconhecido

                “Façamos a guerra para poder viver em paz”. Certamente essa sentença aristotélica inspirou diversos líderes mundiais. Talvez seja até paradoxal pensar dessa maneira, mas a relação estabelecida pela humanidade, desde seu princípio, não é harmoniosa. Viver em paz se tornou utopia e resta às crianças imaginar como isso seria, quando elas não são afetadas pelas guerras, que já movimentaram quantias inestimáveis.

                Na humanidade, tornou-se fácil armar um conflito. Basta encontrar uma situação de discordância entre duas pessoas e o terá. Na era da globalização, ficou mais fácil achar diversidades que motivem guerras e o uso da comunicação e tecnologia tem sido recorrente entre terroristas. Se durante fases da humanidade a ciência encontrou empecilhos para se desenvolver, com as armas foi diferente, o homem sempre as carregou consigo.

                Não é por acaso que os instrumentos de combate não saem da ‘moda’. A economia bélica gera lucros altíssimos, logo, não é do interesse de corporações que as guerras se findem.
Se gasta em armas, em uma hora, o equivalente ao salário de 86400 trabalhadores, o que comprova a rentabilidade do negócio em questão. A lógica capitalista é clara, enquanto o lucro motivar a sociedade, mais armas terão que ser vendidas e mais guerras serão geradas.

                Assim, a economia acentua a inviabilidade de conquistar a paz. Investe-se na preparação de um soldado, anualmente, sessenta e quatro vezes mais do que na educação de uma criança. O futuro da sociedade é corrompido e o pensamento na formação dos jovens é conduzido com influência desse mercado que é responsável pela instabilidade pacífica do mundo.

                Dessa forma, constitui-se um processo de negação da paz que afasta o ser humano da convivência harmônica, inclusive com o meio em que vive. A sociedade atual fundamentaria parte da teoria de Hobbes, que preconiza um homem capaz de perversidades para defender a própria vida, em seu estado de natureza. Independente da realidade, cada sorriso de criança carrega a confiança em um mundo melhor e, descartando a existência baseada no acúmulo de capital, enquanto há vida, há esperança.

(Gabriel Ene Garcia)

Todos pedem pela paz!

No mundo atual todos buscam a felicidade e para esta se concretizar um fator muito importante que deve ser levado em contra é a paz, sendo esta questionada por todos se é algo possivelmente alcançável ou não. A pacificação universal pode sim ser alcançada, porém devem ser mudadas muitas coisas, dentre elas a existência das guerras armadas, pois, segundo Benjamin Franklin: “Nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim.”.

Os motivos que envolvem a criação de guerras são os mais variados possíveis, entre eles a conquista por territórios, monopólio de determinados produtos, etc. partindo desde a antiguidade até os dias de hoje. Porém, antes, durante e após as guerras as consequências são explicitamente visíveis porque resultam em danos ambientais, números elevados de pessoas feridas e mortes, logo afetando a estruturação familiar dos guerreiros, entre outros fatores.

Além disso os gastos com as guerras são absurdos, como para a manutenção e abastecimento de soldados em campos de batalha. Por exemplo, os EUA gastam, anualmente, em torno de 48% das despesas mundiais com armamentos, como citado por Marco Aurélio Weissheimer em OS nomes das barbáries. A indústria bélica também aproveita os ataques terroristas e combates armados para aumentarem seus mercados e lucros, além dos autônomos que comprarem armas para auto defesa, predominando, ainda, as guerras com a maior porcentagem.

Outro fator negativos que impede o exercício da paz é o princípio da propriedade privada, ou seja, a demarcação de algo que é de posse de determinado alguém, sendo este algo alvo de disputas por sua posse. Isso, atualmente ocorre com frequência entre países pelo poder sobre um território ou produto comercial. Como dizia Rousseau, o homem em seu estado de natureza vivia pacificamente e harmoniosamente, porém a partir do momento em que o ser humano inventou a propriedade privada acabou com as relações pacíficas entre os homens, nascendo então as disputas, as quais utilizavam, inicialmente, pedras como forma de defesa e ataque, que evoluíram para as atuais guerras com armas de fogo e bombas nucleares, causando monstruosos danos.

Portanto, para ser possível uma paz mundial o principal ponto a ser estudado é o fim das guerras e uma convivência harmoniosa entre as pessoas. A conscientização deve ser feita através de campanhas pela paz universal e a colocação em prática dessas ações, iniciando pelos extremos: o próprio povo e os governantes dos países responsáveis por guerras, encontrando outros modos de resolver situações de disputas por posse, principalmente, e buscando sempre o melhor para todos, como dito por Sérgio Pennacchietti: “É claro, portanto, que a paz universal é a melhor dentre todas as coisas que contribuem à nossa felicidade.”.

(Giovanna Pimpão)

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Publicado em 01/06/2011, em Redação. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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