Estatuto do Torcedor.


Olá pessoal! Outro texto de Vinicius Ribeiro, que hoje fala sobre o Estatuto do Torcedor, que gera polêmicas, principalmente coma proibição do uso de sinalizadores, que era tradição nos estádios.

Criado em 2003, o Estatuto do Torcedor tem como principal objetivo a segurança de todos envolvidos em uma partida de futebol. Recentemente, o Estatuto sofrera diversas alterações, o que gerou uma grande aceitação e ao mesmo tempo polêmico.

Dentre todas as mudanças, a mais polemizada foi a proibição dos famosos sinalizadores, símbolo da internacionalmente famosa pressão brasileira. Segue o trecho da lei: “não portar ou utilizar fogos de artifício ou quaisquer outros engenhos pirotécnicos ou produtores de efeitos análogos” (Lei 12.299 de 27/07/2010).

Gerando uma extrema revolta por parte de associados de Torcidas Organizadas, uma campanha foi criada em redes de relacionamento, “Pirotecnia não é Crime”. Nela, os manifestantes defendem a arte de torcer “brasileiramente”, e que este ato é uma “desculturalização” do futebol brasileiro, já que os preços vêm aumentando – junto com as proibições extra-campo.

Outra atitude da Confederação Brasileira de Futebol foi tratar as polêmicas Torcidas Organizadas como pessoa jurídica, o que resultaria em punições generalizadas para toda a entidade, em quanto o verdadeiro culpado está infiltrado na T.O., e seguindo o exemplo da justiça nesse país, não recebe punição.

Por outro lado, o novo Estatuto cita a punição exemplar, criminal, aos famosos “cambistas”, que se aproveitam da paixão do torcedor para explorá-lo financeiramente. Felizmente, esta parte do Estatuto vem sendo bem fiscalizada, e inúmeros cambistas são presos a cada jogo em diversos estados.

Enfim, proibir a pirotecnia e “coisas do ramo” não parece resolver o grande problema da violência nos estádio. Em Belém, há uma morte a cada jogo, e as autoridades não fazem nada sobre isso. Deve-se punir os bandidos travestidos de torcedores, e não os verdadeiros torcedores que seguem apoiando seu time em qualquer lugar do Brasil. A Confederação precisa de um olhar mais crítico em suas próprias atitudes, antes de generalizar um assunto tão polêmico como este. “DIGA NÃO AO FUTEBOL MODERNO”.

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Publicado em 04/06/2011, em Futebol. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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