Evolucionismo X Diversidade Cultural.


1. Tea Party

 

O movimento Tea Party (em inglês: Tea Party movement, às vezes traduzido como Partido do Chá) é um movimento social e político populista, conservador, de ultradireita, surgido nos Estados Unidos em 2009 através de uma série de protestos coordenados tanto no nível local como nacional. Os protestos foram, parcialmente, em resposta a diversas leis federais.

O nome de “Tea Party” é uma referência ao Boston Tea Party de 1773 (Festa do Chá de Boston), ou o Manifesto do Chá de Boston, uma ação direta dos colonos americanos de Boston, contra o governo britânico e a Companhia das Índias Ocidentais, que detinha o monopólio do chá que entrava nas colônias.

 

2. Guerra do Iraque

 

O expansionismo tornou-se a política de Estado dos EUA já no princípio do século, quando o presidente McKinley ordenou a guerra de conquista das Filipinas (assim como a invasão e ocupação de Cuba) baseado numa “revelação divina” que teria recebido. A sua execução levou ao massacre de 200 mil patriotas filipinos, assassinados friamente pela tropa norte-americana. Passados mais de cem anos, verifica-se que a única coisa de substancial que mudou foi o nível de ambição.

Os presidentes dos EUA também recorrem a “divinas inspirações” para os massacres que ordenam, também querem expandir o seu domínio — agora a nível planetário — e garantir fontes de aprovisionamento de energia, substituindo o carvão pelo petróleo. Trata-se de uma política consistente, fria e deliberada do Estado norte-americano.

A partir do desaparecimento da URSS e do mundo socialista, poderoso fator de contenção, o imperialismo ganhou uma nova agressividade. Isto verificou-se com qualquer dos presidentes, Bush pai, Clinton e Bush filho. Por outro lado, a presente fúria expansionista americana tem tudo a ver com o esgotamento progressivo dos recursos mundiais e pelo controle do remanescente. Dentre estes recursos avulta, no imediato, o petróleo.

 

3. Cotas

 

Por cota, podemos entender quantia ou parcela de um todo.

 

As cotas amenizam, mas não resolvem. A sociedade brasileira precisa de ações que realmente tenham consistência social.

As cotas não deixam de ser uma medida válida, mas também, não tratam da questão com a dignidade e seriedade devida. – É um primeiro passo!

A unidade nacional é a identidade a partir da diferença. Somos todos brancos, negros e índios e, ao mesmo passo, não somos nenhum deles – somos todos brasileiros!

A ordem é branca. O progresso é somente para os brancos. De há muito, branco já não mais diz uma tonalidade de cor, mas, a um modo de ser, agir e pensar. Esse modo de pensar, agir e ser refere-se à casta dominante de nosso país. Hoje, a ideologia impregnada por esta casta condicionou e possibilitou os negros e os índios embranquecerem.

O nosso presente denota concretamente isto que acabamos de afirmar: as cotas para os negros no ensino superior é uma sequela da história no presente.

Mas a realidade do negro é outra. Vejamos: se o Brasil é um país desigual e a desigualdade mostra-se a partir das diferenças, e estas, por meio da realidade concreta de nossa sociedade, por que os negros estão recebendo esta “benção” de nossos legisladores e da própria sociedade? Por que a cota é um dentre outros atenuadores do racismo e do preconceito de nossa sociedade embranquecida?

As cotas não vão resolver os problemas dos negros!

 

4. Preconceito na TV

 

A televisão hoje em dia é uma das grandes formadoras de opinião. Através dela, daria para grande parte da população se conscientizar sobre diversos temas que hoje são tabu e que não deveriam mais ser na nossa sociedade.

As grandes emissoras da televisão conseguem dominar as massas populares de diversas formas, desde o sapato ou a roupa que devem vestir até a opinião sobre temas politicos e familiares.

 

5. Racismo

 

A ‘elite’ que devia dar um bom exemplo

É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento

Num complexo de superioridade infantil

Ou justificando um sistema de relação servil

E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação

Não tem a união e não vê a solução da questão

Que por incrível que pareça está em nossas mãos

Só precisamos de uma reformulação geral

Uma espécie de lavagem cerebral

[…]”

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Publicado em 19/09/2011, em Disciplinas, História, Sociologia. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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