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Criação (2009)


Voltei! Desculpem a demora, mas a escola tá corrida… e essa semana estávamos em semana de provas, então não tivemos tempo. Mas eu vi um filme que tinha me interessado há muito tempo atrás, quando entrou em cartaz. Então vamos lá…

Charles Darwin

Criação é a história da produção de “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin. A história é focada na família Darwin: Emma, a esposa religiosa de Charles, Annie, a filha mais velha do casal, e o próprio Charles.

Do início do filme, percebe-se que ele passa muito tempo com seus filhos. Ele conta as histórias das suas viajens a bordo do Beagle e está sempe brincando com as crianças (Emma e Charles tiveram 10 filhos). Mas é perceptível que Charles e Annie se dão muito bem. Segundo o filme, foi nessa fase da vida que Darwin teve a ideia da teoria da evolução.

Com 10 anos de idade, Annie adoece e morre. Tanto Charles quanto Emma ficam muito abalados com a morte da menina, mas Emma se consola na religião. Charles a partir daí, torna-se recluso e, mesmo com a ideia clara em sua cabeça, recusa-se a publicar a teoria. Ele sabia o impacto que o livro teria sobre o pensamento da época, principalmente sobre a religião, e acha que o melhor a ser feito é não publicar.

Com o incentivo de alguns amigos, Darwin decide começar a escrever o livro. Depois de escritas 250 páginas, ele recebe uma carta de Wallace (Alfred Russel Wallace) explicando a mesma teoria em 20 páginas. Ele desiste do livro e adoece, com os mesmos sintomas de Annie. Ele vai se tratar onde ele havia levado a menina e consegue se recuperar. Quando volta, acaba o livro e pede que sua esposa o leia primeiro, para que ela dê a “opinião religiosa”, e caberia a ela decidir se o livro deveria ser publicado ou não. Depois de ler, Emma diz a Charles que o livro deve ser publicado.

A Origem das Espécies, 1859

Charles e Emma são interpretados por Paul Bettany e Jennifer Connelly, que são casados na vida real.

Elizabeth Taylor (1932-2011)


Oi, gente, voltei.

Eu sei que eu prometi uma vez por semana, mas essa semana foi particularmente difícil na escola com todos aqueles simulados…

Hoje vou falar de um dos maiores ícones do cinema, Elizabeth Taylor, que morreu aos 79 anos semana passada. Elizabeth nasceu no Reino Unido, filha de pais americanos em 1932. A família voltou para os EUA quando ela ainda era pequena, e pouco tempo depois, um amigo da família sugeriu que Taylor fizesse um teste para o cinema. Ele se tornou conhecida cedo, principalmente por seus raríssimos olhos violeta.

 

O auge da sua carreira veio em 1958 com sua primeira indicação ao Oscar, por A Árvore da Vida. Foram outras duas indicações e mais duas estatuetas, por Disque Butterfield 8 em 1960 e pelo aclamado Quem Tem Medo de Virginia Woolf? em 1966. Ela foi a primeira atriz a assinar um contrato de 1 milhão de dólares com um estúdio para fazer um filme, um dos papéis mais importantes de sua carreira: Cleópatra, em 1963.

 

Além do seu trabalho nas telas, Liz Taylor também tinha um grande trabalho filantropo. Ela também era conhecida por sua grande amizade com Michael Jackson. Apesar do talento e beleza, a atriz tinha um saúde frágil e descobriu, ainda jovem, vários problemas de saúde. Ela morreu em decorrência de alguns desses problemas dia 23 de março.

A Rosa Púrpura do Cairo (1985)


Olá, pessoal!

Meu nome é Gabriela (pode chamar de Gabi) e eu estou aqui para inaugurar a parte de colunas do nosso blog. Alguns alunos se candidataram para escrever sobre algum assunto em particular… Bem, o meu é cinema, filmes em geral 🙂 Eu vou assistir filmes relacionados com a matéria dada pelos professores e vou comentar sobre eles aqui. Pretendo fazer isso semanalmente, então passem aqui uma vez na semana para ver o que tem de novo 😀

Vou começar com “A Rosa Púrpura do Cairo” indicado pelo prof. Edu, de geografia, um filme de 1985 do diretor Woody Allen que conta a história de uma moça (Cecília, interpretada pela Mia Farrow) que vive com o marido bêbado e desempregado e costuma fugir da sua realidade assistindo várias sessões de filmes. Depois de ver várias vezes o filme “A Rosa Púrpura do Cairo”, o protagonista do filme sai da tela do cinema e a convida para fugir com ele.

Apesar do filme ser uma comédia, não são poucas as vezes que Cecília fala como é dura a vida nos EUA daquela época. Ela comenta sobre a dificuldade para achar emprego e a falta de dinheiro para as coisas mais básicas.

É uma mistura de comédia com drama, um dramedy, é um filme legal. A quebra da bolsa é apenas coadjuvante, o grande protagonista é o fato de um cara ter saindo da tela e se declarado apoaxonado pela mocinha… Eu recomendo, não só pelo fator histórico, mas pelo entretenimento em si. Pra que ver um filme se não pra se divertir?

Até mais 😀

PS.: Eu ainda nåo sei o rumo dessa coluna, então elogios, críticas e sugestões são sempre bem vindos 🙂

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